Publicado por: wainertoni | 18/03/2010

Redes 3G

Nokia-N95 Eu particularmente faço uso do 3G há bastante tempo, no início esse era feito através de um smartphone da Nokia, mais precisamente um N95 que eu trouxe de NY.
Assinei meu primeiro plano de dados com uma franquia de 250MB de tráfego mensal e tive minhas dúvidas quanto a este atender minhas necessidades como profissional da área de TI.

Inicialmente o maior uso era para replicar os podcasts de tecnologia, que faziam parte de minha atualização diária tanto a título profissional como pessoal. Alguns dos podcasts tinham assuntos diferentes de meu trabalho, mas os ouvi também como hobby. Descobri que podia fazer mais com meu smartphone, com recursos fantásticos para a época e resolvi passar a replicar também meus emails pessoais com ele.
Naturalmente o próximo passo foi fazer uso deste celular como modem e expandir o uso do 3G no campo profissional, navegando pela web, lendo e enviando e-mails, entre outros. Tudo estabelecendo sem qualquer problema, uma VPN através do 3G ao acessar a rede da empresa em que trabalho.

Outro recurso que antes era limitado ao uso com redes Wi-fi é o de chamadas telefônicas via VOIP, isso traz grande economia principalmente para quem costuma falar com outros países. Nos primórdios eu as fazia usando o software GIZMO em meu N95 e hoje posso fazê-las através do 3G também, e ainda com vídeo chamadas! Tudo isso usando o Fring.

Modens 3G Atualmente além da manutenção do plano dados pessoal que uso em meu novo smartphone, com os mesmos 250MB nunca ultrapassados, diga-se de passagem, tenho também um modem 3G de outra operadora, fornecido pela empresa em que trabalho e esse com plano ilimitado. Agora o uso ficou muito mais intenso e freqüente provendo a liberdade de trabalhar e me atualizar em qualquer lugar que eu esteja, é verdade que a cobertura ainda não é a ideal, mas para quem trabalha em SP como eu, isso não é muito percebido…
O problema maior ainda fica por conta do consumo de bateria, tanto no smartphone quanto no notebook, o que faz com que a disponibilidade de uma tomada elétrica próxima a mim, seja o limitador muitas vezes.

Outro fato interessante que vale citar e compartilhar:

Onde moro falta energia com freqüência e certa vez quando tivemos aquele blackout geral por causa de Furnas, o que me “salvou” tanto para obter notícias como para pagar minhas contas, foi justamente o 3G! Isso porque sem luz minha conexão de banda larga me deixou na mão e de nada adiantava ter notebooks com bateria. Para minha surpresa, ponto positivo para as operadoras de telefonia celular que fizeram a lição de casa para enfrentar os apagões…

E você como usa o 3G? Está satisfeito? Se não o 4G já está no forno…

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Publicado por: wainertoni | 04/02/2010

Desktop do Futuro

 

Quando falamos sobre uma nova tecnologia, é possível que nesse momento ela já esteja obsoleta. Os avanços significativos que observamos na área da Tecnologia da Informação chegam a ser estonteantes, mesmo para quem trabalha com ela.

Não faz muito tempo que ao falarmos em IBM PC desktop, logo vinha à mente a imagem de um PC, como aqueles popularizados na década de 80 que se tornaram padrão de mercado, e com os mais variados sabores de configuração, esta que dependia do poder aquisitivo de cada um.

O PC chegou deslumbrando a todos, servindo aos negócios e aos usuários domésticos, que agora tinham o poder de processamento em suas mãos, e até o usavam como fonte de diversão. Hoje, aquele computador pessoal que deu início ao que chamamos de plataforma baixa, está deixando aos poucos de existir no mundo empresarial. O que antes parecia um extremo benefício, provendo aos usuários um ambiente gráfico, uma plataforma flexível e mais amigável, tem demonstrado nos últimos anos, ser dispendioso e ineficiente no que tange ao real aproveitamento de seus recursos computacionais.

Hoje não há sentido falar de tecnologia que não traga uma vantagem competitiva, ou que não esteja relacionada aos negócios. Sob essa ótica, percebemos que o modelo tradicional de uso do desktop, cuja área de trabalho é devidamente configurada para o acesso restrito às aplicações, já não possui um apelo como antes em função dos orçamentos cada vez mais enxutos e à necessidade de obter-se sempre mais qualidade nos serviços prestados, sejam eles internos ou externos.

De fato, as pressões por redução de custo aliadas à demanda sempre crescente nos negócios, acabaram por intensificar a busca pelo aumento da produtividade. Para obtê-la fazemos uso da mobilidade, que além de oferecer agilidade e suporte na tomada de decisão em campo é ainda favorecida pelo decréscimo do custo de conectividade à internet. Essa nova modalidade de trabalho faz surgir novas soluções específicas, que buscam cativar esse mercado consumidor em expansão. Dentre elas, está o “Desktop do Futuro”, que agora se integra a uma nova infraestrutura de TI, composto das mais variadas tecnologias.

Dentre essas tecnologias, o notebook, juntamente com as redes celulares 3G, proveem inicialmente uma alternativa de mobilidade. Porém seu custo total de propriedade ainda não difere muito se comparado ao do desktop, quando usado tradicionalmente, ou seja, onde todas as aplicações e sistema operacional estejam instalados no mesmo.

Uma segunda vertente não tão nova, o thin client, passa a ganhar força com o avanço da virtualização nos mercados corporativos, e deve aumentar sua participação nesse novo mercado. Tem a seu favor o aspecto financeiro face à economia de energia e seus baixos custos de manutenção. Esses pequenos dispositivos funcionam basicamente como um terminal de acesso a um desktop virtual ou a uma sessão onde as aplicações são virtualizadas.

A virtualização, principal tecnologia em 2009 segundo o Gartner Group, e também o alicerce da chamada tecnologia de computação em nuvem (cloud computing), tem-se expandido abrangendo servidores, aplicações, storage, tapes e desktops, não sendo mais uma opção e sim um pré-requisito às empresas que pretendem entrar nessa nova era.

Recentemente ressurgiram os chamados netbooks, dos quais a portabilidade é o maior apelo, pelo seu diminuto tamanho e extrema leveza, trazendo maior mobilidade a um preço mais atraente. Sem falar na substancial popularização do uso dos smartphones, hoje verdadeiros computadores de bolso. De fato, esses e outros dispositivos aliados às novas maneiras de acessar sua área de trabalho ou conteúdos, darão origem ao nosso “Desktop do Futuro”, que dependerá de uma infraestrutura virtual, seja ela pública ou privada. Ele deixará de ser um hardware específico, atrelado a um local qualquer, para ser um ambiente de trabalho totalmente dinâmico e acessível a todo momento.

Novas oportunidades de trabalho surgirão, tais como comercialização de serviços e softwares baseados nesse novo conceito, beneficiando não só as empresas que se ocupam da construção dessa infraestrutura virtual, mas também aos usuários que poderão fazer melhor uso do seu tempo e dos recursos computacionais.

cario2Imagine poder acessar suas aplicações e documentos não importando onde esteja, ou mesmo, qual dispositivo tenha em mãos.

Essa nova maneira de acesso ao seu desktop, onde quer que você esteja ou a partir de qualquer dispositivo, fará que seu ambiente de trabalho não esteja confinado em seu PC como antes, mas sim disponível em qualquer ocasião que você necessite, seja para negócio ou lazer. Estima-se que nos próximos cinco anos a maneira de ofertar, comprar e fazer as coisas vai ser em muito alterada.

O futuro está no método de acesso e não na propriedade! Um novo paradigma está para ser quebrado, e quem não pegar essa “onda” vai acabar “morrendo na praia”.

Quer saber mais? Então leia os artigos abaixo:

Você sabe como vai ser o desktop do futuro?
Expand Virtual Desktops with VMware View
Desktop of the Future
Publicado por: wainertoni | 21/01/2010

O começo…

Bem vindos!

Começar a escrever sobre tecnologia não é uma tarefa fácil, nem mesmo para os que trabalham com ela todos os dias. As mudanças são tão frenéticas, que as notícias que pensamos ser novas muitas vezes já foram publicadas em outros sites, microblogs ou blogs pela internet a fora.

A intenção aqui não é sempre ser o primeiro a falar sobre algo, mais sim levar uma nova visão ou opinião sobre determinado assunto. Aprender e ensinar a outros profissionais da mesma área ou de outra qualquer.

Junte-se a mim nessa jornada ao conhecimento, contribuindo também com suas experiências. Comente, critique construtivamente e participe desse processo rico de construção do conhecimento. Afinal todo ditado popular tem um fundo de verdade e “duas cabeças pensam melhor que uma”, apesar da idéia do blog ser um pouco diferente, já que temos várias mentes interagindo e formando opnião sobre um determinado assunto.

O mais importante é saber que: A informação só se torna conhecimento quando é compartilhada, caso contrário de nada vale!

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